
Dr. Rafael Alexandre Ruaro
CRO-SC 12901
Ortodontia
Para quem quer alinhar os dentes com placas transparentes que saem da boca para comer e escovar. A avaliação ortodôntica mostra se o seu caso é de alinhador ou de aparelho fixo.
Para as outras formas de tratar, veja o que a clínica faz em ortodontia.
Quer corrigir os dentes com algo que quase não aparece.
Apinhamento ou espaços entre os dentes que incomodam.
Usou aparelho antes e os dentes saíram do lugar.
Como ele funciona, o que pede de você e quando o aparelho fixo é o indicado.
Uma sequência de placas transparentes, feitas a partir do escaneamento ou molde dos dentes. Cada placa move os dentes um pouco e é trocada pela seguinte.
As placas costumam ser usadas de 20 a 22 horas por dia e só saem para comer e escovar. Sem esse uso, o movimento planejado não acontece.
Funciona bem em muitos desalinhamentos. Em alguns problemas de mordida, o aparelho fixo é o indicado. A avaliação diz qual é o seu caso.
A documentação, o planejamento digital, o número de placas, as consultas de acompanhamento e a contenção no fim. O plano é entregue por escrito.
Como funciona
Antes de começar, você sabe se o alinhador é indicado no seu caso, o que ele pede de você e o que compõe o orçamento.
Pelo WhatsApp ou telefone
Exame e documentação
Aparelho e orçamento por escrito
Profissionais
Dr. Rafael Alexandre Ruaro, Dra. Ariane Rodrigues e Dra. Luana Vassem atendem os casos de ortodontia na Especialite.

CRO-SC 12901

CRO-SC 18648

CRO-SC 020004
Onde fica
Conte pelo WhatsApp o que incomoda nos seus dentes. A equipe combina um horário para a avaliação na Rua Lages, no Centro de Curitibanos.
A Especialite fica na Rua Lages, 270, sala 1, em frente à Chevrolet, no Centro de Curitibanos, e atende de segunda a sexta, das 08h às 20h, sem intervalo para o almoço, e no sábado, das 08h às 12h. O agendamento é pelo WhatsApp ou por telefone, e todo o atendimento é presencial, na clínica. Recebe pacientes de Curitibanos e de cidades vizinhas como São Cristóvão do Sul, Santa Cecília, Frei Rogério, Ponte Alta, Brunópolis, São José do Cerrito, Monte Carlo e Correia Pinto; quem vem de fora pode combinar os horários pensando no deslocamento. As consultas de acompanhamento do alinhador são feitas no mesmo endereço, no horário sem intervalo de almoço ou no sábado de manhã.
Perguntas frequentes
Respostas diretas às perguntas que mais chegam à clínica sobre alinhador invisível. Se a sua dúvida não estiver aqui, pergunte pelo WhatsApp.
Perguntar pelo WhatsAppFunciona bem em muitos casos de dentes desalinhados, como apinhamento e espaços. Estudos mostram que, em algumas correções de mordida, o aparelho fixo tem desempenho superior. Por isso a indicação depende do diagnóstico feito na avaliação, com exame clínico e documentação ortodôntica.
O valor depende da documentação, do planejamento digital, do número de placas que o caso pede, das consultas de acompanhamento e da contenção no fim. O orçamento é feito depois da avaliação, e o plano é apresentado por escrito antes de você decidir.
Em geral, de 20 a 22 horas por dia. As placas saem para comer, beber algo que não seja água e escovar os dentes, e voltam logo depois. O tempo de uso pesa diretamente no resultado do tratamento, e o ortodontista orienta a rotina de cada fase.
Ele depende da disciplina de quem usa: tirar as placas por muitas horas atrapalha o movimento planejado. Também não é indicado para todos os problemas de mordida. Em compensação, sai para comer e escovar. Esses pontos são conversados na avaliação, junto com o aparelho autoligado.
Ao trocar de placa, é comum sentir pressão nos dentes por alguns dias, sinal de que a placa está fazendo o movimento. As bordas costumam ser lisas; se alguma machucar, o ortodontista faz o ajuste.
As placas são lavadas com água fria e escova macia, sem pasta abrasiva e sem água quente, que pode deformar o plástico. Os dentes devem ser escovados antes de recolocar a placa, para não prender resto de comida contra eles.
Para ler antes da consulta
O alinhador invisível é uma sequência de placas de plástico transparente, feitas a partir do registro das arcadas de cada paciente. Cada placa tem uma forma ligeiramente diferente da anterior, e ao usá-las em ordem os dentes são levados aos poucos para a posição planejada. É um tratamento ortodôntico como o aparelho fixo, com diagnóstico, documentação e consultas de acompanhamento, e não um produto de uso por conta própria. A diferença está no recurso: em vez de bráquetes e fios, a força vem das placas. Por serem transparentes e removíveis, os alinhadores chamam menos atenção e permitem escovar os dentes e comer sem o aparelho na boca.
O nome invisível é uma aproximação: as placas são transparentes e discretas, mas podem ser percebidas de perto, principalmente quando há attachments.
O planejamento digital costuma mostrar uma simulação da sequência de movimentos. Ela é uma ferramenta de planejamento, e não uma promessa de resultado: a resposta dos dentes varia de pessoa para pessoa, e o ortodontista acompanha o andamento real nas consultas, ajustando o plano quando necessário.
Muitos tratamentos com alinhador usam attachments: pequenos relevos de resina da cor do dente, colados em alguns dentes em pontos planejados. Eles funcionam como pontos de apoio para a placa, aumentam a retenção do alinhador e permitem movimentos que a placa sozinha não consegue fazer bem, como girar ou levantar um dente. Trabalhos sobre a biomecânica dos alinhadores mostram que a forma, o tamanho e a posição dos attachments influenciam a adaptação das placas e o resultado dos movimentos. Por serem da cor do dente, eles são discretos, e no fim do tratamento são removidos e a superfície do dente é polida. Nem todo caso precisa deles, e a quantidade é definida no planejamento.
A literatura sobre alinhadores descreve o uso de 20 a 22 horas por dia, com a placa retirada só para comer, beber algo que não seja água e fazer a higiene. Cada placa costuma ser usada por um período definido pelo ortodontista antes da troca pela seguinte. Esse tempo de uso é a condição do tratamento: o alinhador só move os dentes enquanto está na boca, e a placa que fica na gaveta não trabalha. Usar menos do que o orientado costuma fazer as placas seguintes deixarem de encaixar, o que pode exigir voltar etapas ou refazer parte do planejamento. Por isso a disciplina do paciente pesa tanto quanto o plano, e vale ser honesto consigo mesmo na hora de escolher entre alinhador e aparelho fixo.
Nos primeiros dias de cada placa nova, é comum sentir pressão nos dentes, que tende a diminuir com a adaptação.
Mesmo com um bom planejamento, nem todos os dentes se movem exatamente como previsto. Quando o ortodontista percebe, nas consultas de acompanhamento, que algum dente ficou para trás, ele pode pedir um refinamento: um novo registro das arcadas e uma nova sequência de placas para concluir os movimentos que faltam. O refinamento faz parte do método e já vem previsto em muitos planejamentos. Em alguns casos, o ortodontista combina recursos auxiliares, como elásticos presos às placas, ou indica uma fase com aparelho fixo para movimentos mais difíceis. Por isso é importante seguir o calendário de consultas, e não só o de troca de placas: é nas consultas que esses desvios são identificados cedo. Como em qualquer tratamento ortodôntico, a duração é uma estimativa, revista ao longo do caminho.
Conteúdo informativo, que não substitui a avaliação clínica. A indicação de cada tratamento depende do exame de cada pessoa.
O alinhador e o aparelho fixo corrigem a posição dos dentes e a mordida, e ambos são tratamentos ortodônticos com diagnóstico e acompanhamento. A diferença está em como a força é aplicada: no fixo, bráquetes colados nos dentes e fios que o ortodontista ajusta; no alinhador, placas removíveis trocadas em sequência. Cada recurso tem pontos fortes e limites, e a escolha depende do que o caso pede. É uma decisão técnica, que parte do diagnóstico, e pessoal, que considera a rotina, a disciplina e as preferências de quem vai usar. Na avaliação, o ortodontista explica quais opções cabem no seu caso.
Para crianças em fase de crescimento, a indicação também considera o crescimento dos ossos da face e a troca dos dentes, avaliados pela documentação ortodôntica.
Revisões sistemáticas sobre o tema apontam que os alinhadores costumam ter bom desempenho no nivelamento e no alinhamento das arcadas, e que o aparelho fixo é mais eficaz para corrigir discrepâncias da mordida, como arcadas desencontradas. Alguns movimentos são mais difíceis de controlar com placas, como a rotação de dentes de formato arredondado, a exemplo dos caninos, e a extrusão, que é puxar um dente para fora do osso. Com o avanço dos attachments e do planejamento digital, os alinhadores passaram a alcançar mais tipos de movimento, mas a indicação continua dependendo do caso. Por isso o ortodontista pode indicar o fixo mesmo para quem prefere o alinhador, ou combinar os dois em fases diferentes. Essa avaliação se baseia na documentação ortodôntica, e não em fotos ou em escaneamento sem exame clínico.
Nenhum desses fatores decide sozinho. Uma pessoa com caso simples, mas que sabe que vai ter dificuldade de usar as placas pelo tempo necessário, pode ter um resultado mais previsível com o aparelho fixo. Já alguém com rotina organizada e caso compatível pode aproveitar bem as vantagens do alinhador. A conversa franca sobre a rotina faz parte da indicação.
O alinhador tem limites que vale conhecer antes de escolher. O primeiro é a dependência do uso: placas esquecidas, perdidas ou usadas por menos horas atrasam ou desviam o tratamento. O segundo é a disciplina com a alimentação, porque cada refeição pede tirar a placa, escovar os dentes e recolocá-la, inclusive fora de casa. O terceiro é técnico: alguns movimentos são mais difíceis com placas e podem exigir refinamentos, que são novas sequências de placas no meio do caminho, ou a troca para o aparelho fixo. Também é preciso cuidado com bebidas: tomar café, chá ou refrigerante com a placa na boca pode manchá-la e prender açúcar junto aos dentes. Saber disso antes ajuda a escolher bem.
O aparelho fixo também tem desvantagens: higiene mais trabalhosa, restrições de alimentação e bráquetes que podem soltar. Por isso a escolha é feita caso a caso, e não por regra.
Na prática, o alinhador costuma ser considerado para adultos e adolescentes com dentes já permanentes que têm problemas de alinhamento, como dentes tortos, pequenos apinhamentos e espaços, e que têm disciplina para cumprir as horas de uso. Também pode ser uma escolha para quem já usou aparelho e teve o retorno de parte do problema por falta de contenção. Profissões que pedem muita fala em público e pessoas que preferem tirar o aparelho para comer costumam valorizar esse recurso. Já casos com discrepâncias maiores da mordida, dentes que precisam de movimentos difíceis de controlar com placas ou dificuldade de manter as placas na boca pelo tempo necessário tendem a se beneficiar do aparelho fixo, como o aparelho autoligado. A avaliação, com a documentação, é que converte essa regra geral em indicação para o seu caso.
Conteúdo informativo, que não substitui a avaliação clínica. A indicação de cada tratamento depende do exame de cada pessoa.
Por ser removível e trocado em casa, o alinhador às vezes é visto como um tratamento que dispensa consultas. Não é o caso. O ortodontista precisa conferir se cada placa está encaixando, se os dentes estão se movendo como planejado, se os attachments continuam no lugar e se a gengiva está saudável. Quando algo sai do previsto, é nas consultas que se decide por ajustes ou por um refinamento. Para quem procura alinhador invisível em Curitibanos, isso significa planejar consultas regulares na clínica, com intervalos definidos pelo ortodontista para cada caso, ao longo de todo o tratamento e na fase de contenção.
Os intervalos entre consultas e entre trocas de placa são definidos pelo ortodontista e podem mudar ao longo do tratamento, conforme o andamento dos movimentos.
Antes de começar, a boca precisa estar saudável: cáries tratadas e gengiva sem inflamação. Se algum tratamento for necessário antes, ele entra no plano e pode ser feito no mesmo endereço, pela equipe de clínica geral da Especialite, o que evita idas a lugares diferentes.
Na prática, o dia com alinhador gira em torno das refeições. A placa sai antes de comer e fica no estojo, e depois da refeição os dentes são escovados antes de a placa voltar à boca. Quem trabalha fora costuma levar um kit com escova, pasta e estojo. Para manter as 20 a 22 horas de uso, ajuda concentrar as refeições em horários definidos, em vez de beliscar ao longo do dia. Água pode ser bebida com a placa; outras bebidas, como café, chá e refrigerante, pedem retirar a placa ou escovar os dentes antes de recolocá-la. À noite, a placa fica na boca durante o sono, que é parte importante das horas de uso.
Se uma placa se perder ou quebrar, a orientação é avisar a clínica e não pular etapas por conta própria. O ortodontista indica se é caso de voltar à placa anterior ou avançar para a seguinte.
Uma vantagem do alinhador para quem mora longe é que parte das trocas de placa acontece em casa, entre as consultas, conforme o calendário orientado pelo ortodontista. As consultas de acompanhamento continuam necessárias, e o calendário é combinado já na avaliação, com horários no fim da tarde ou no sábado de manhã quando isso ajuda. Antes de viajar para a consulta, vale conferir se você está com a placa da etapa atual e com o estojo, e anotar qualquer placa que não tenha encaixado bem, para ser avaliada no mesmo dia. Dúvidas entre as consultas podem ser enviadas pelo WhatsApp, em horário de atendimento.
Quando a última placa termina e os dentes chegam à posição planejada, começa a fase de contenção, como em qualquer tratamento ortodôntico. Os dentes tendem a voltar para a posição antiga enquanto o osso e as fibras da gengiva se reorganizam, e a contenção serve para segurá-los. Ela pode ser uma placa transparente parecida com o alinhador, usada principalmente à noite conforme a orientação, um fio fixo colado atrás dos dentes da frente ou os dois juntos. O tipo e o tempo de uso são definidos pelo ortodontista, e a recomendação costuma ser de uso por longo prazo. A placa de contenção pede os mesmos cuidados do alinhador: limpeza com água fria, estojo e nada de água quente. As consultas de controle da contenção também são feitas no mesmo endereço, no Centro de Curitibanos.
Conteúdo informativo, que não substitui a avaliação clínica. A indicação de cada tratamento depende do exame de cada pessoa.
Os tratamentos da clínica, agrupados por área. Se o seu caso for outro, conte a situação pelo WhatsApp: a avaliação começa por entender o que está acontecendo.

Para quem perdeu um ou vários dentes, ou tem uma prótese que ficou frouxa. O implante dentário começa pela avaliação com exames, que define o plano antes de qualquer procedimento.

Para adultos e adolescentes que querem corrigir a posição dos dentes e a mordida. A ortodontia, com aparelho fixo autoligado ou alinhador invisível, tem a indicação definida na avaliação, a partir do exame clínico e da documentação.
Ver ortodontia
Para quem sente dor, sensibilidade ou tem um dente com cárie, fratura ou desgaste. Tratamento de canal, restauração com resina da cor do dente e tratamento da sensibilidade a partir da causa.
Ver tratamento de canal
Para quem quer mudar a cor ou o formato dos dentes da frente, ou fechar pequenos espaços entre eles. As lentes são lâminas finas de cerâmica coladas sobre o esmalte, e a avaliação mostra se o seu caso permite e o que pesa na indicação.
Ver lentes de contato dental
Para dentes da frente com manchas, desgaste, pequenas fraturas ou um formato que incomoda. A faceta pode ser de resina, feita no consultório, ou de porcelana, feita em laboratório, e a escolha do material sai da avaliação.
Ver facetas
Para extração de dente do siso e outras cirurgias da boca, como a retirada de um dente que não tem como ser mantido. A equipe conta com a área de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, e o exame de imagem orienta o planejamento.
Ver cirurgias