
Dr. Daniel Juliano Costa
CRO-SC 15539
Implante e prótese
Para quem perdeu um dente, vários ou todos, ou usa uma prótese que ficou frouxa. Na avaliação, com exame clínico e de imagem, o plano é explicado antes de qualquer procedimento.
Cada situação abaixo leva ao tratamento correspondente, com o que é, quando é indicado e as perguntas que mais chegam à clínica. Se o seu caso for outro, a clínica atende toda a área de implante e prótese: conte a situação pelo WhatsApp. Quando um dente precisa ser extraído antes do implante, veja como é a cirurgia de extração na clínica.
Repor um dente com um implante e uma coroa, sem apoiar a peça nos vizinhos.
Ver o tratamento 02Uma arcada inteira fixa, parafusada sobre implantes, no lugar da dentadura.
Ver o tratamento 03Quando o osso permite, a prótese provisória vai logo depois da cirurgia.
Ver o tratamento 04Prótese fixa, removível ou dentadura, e o ajuste da que folgou.
Ver o tratamentoO que a avaliação investiga e o que acontece em cada etapa, para você decidir com informação.
Um pino de titânio colocado no osso faz o papel da raiz do dente perdido. Depois que ele se integra ao osso, recebe a coroa ou a prótese.
Depende da quantidade e da qualidade do osso, da saúde da gengiva e da saúde geral. Cigarro, diabetes sem controle e bruxismo pedem avaliação mais cuidadosa.
Quantos implantes, se há preparo antes (gengiva, canal ou extração), o tipo e o material da prótese e o número de etapas. O plano é entregue por escrito.
Escovação, fio e revisões periódicas cuidam da gengiva em volta do implante. A frequência das revisões é definida pelo dentista para cada caso.
Como funciona
Nenhum procedimento começa antes de você saber quantos implantes o caso pede, em quantas etapas e o que compõe o orçamento.
Pelo WhatsApp ou telefone
Exame clínico e de imagem
Etapas e orçamento por escrito
Profissionais
Na Especialite, o implante e a prótese que vai sobre ele são planejados juntos, pela equipe da própria clínica.

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Onde fica
Conte pelo WhatsApp quantos dentes faltam ou o que está incomodando. A equipe combina um horário para a avaliação na Rua Lages, no Centro de Curitibanos.
A Especialite fica na Rua Lages, 270, sala 1, em frente à Chevrolet, no Centro de Curitibanos, e atende de segunda a sexta, das 08h às 20h, sem intervalo para o almoço, e no sábado, das 08h às 12h. O agendamento é pelo WhatsApp ou por telefone, e todo o atendimento é presencial, na clínica. Recebe pacientes de Curitibanos e de cidades vizinhas como São Cristóvão do Sul, Santa Cecília, Frei Rogério, Ponte Alta, Brunópolis, São José do Cerrito, Monte Carlo e Correia Pinto; quem vem de fora pode combinar os horários pensando no deslocamento. Os casos de implante são atendidos pelos profissionais de implantodontia e de prótese da equipe, no mesmo endereço.
Perguntas frequentes
Respostas diretas às perguntas que mais chegam à clínica sobre implante dentário. Se a sua dúvida não estiver aqui, pergunte pelo WhatsApp.
Perguntar pelo WhatsAppO valor depende do que a avaliação encontra: quantos dentes faltam, quantos implantes o caso pede, se é preciso algum preparo antes (como tratar a gengiva, fazer um canal ou extrair um dente), o tipo e o material da prótese e o número de etapas. Por isso o orçamento é feito depois do exame clínico e de imagem, e o plano é apresentado por escrito antes de você decidir.
A oferta de implante na rede pública é restrita e muda de um município para outro. O que o programa Brasil Sorridente oferece com mais frequência são próteses totais, parciais e unitárias, feitas por laboratórios credenciados pelo Ministério da Saúde. Para saber o que existe em Curitibanos, o caminho é a unidade de saúde do seu bairro ou a Secretaria Municipal de Saúde. Na Especialite, a avaliação mostra as opções para o seu caso e o que compõe cada orçamento.
O implante é a peça que fica no osso, no lugar da raiz. A prótese é o dente que se vê: uma coroa sobre um implante, uma arcada inteira parafusada sobre vários implantes ou uma prótese apoiada na gengiva e nos dentes que restam. Para um dente só, veja o implante unitário; para quem perdeu todos, a prótese protocolo; para fixa, removível e dentadura, a prótese dentária.
A cirurgia é feita com anestesia local, para que você não sinta o procedimento. Nos dias seguintes pode haver inchaço e desconforto, e o dentista orienta a medicação, a alimentação e os cuidados com a cicatrização. O que cada pessoa sente varia com o número de implantes e com o preparo que o caso pede, e isso é explicado na avaliação, antes de marcar a cirurgia.
Ter uma doença crônica não impede o implante por si só. O que pesa é o controle: o diabetes sem controle, por exemplo, atrapalha a cicatrização e a integração do implante ao osso. Na avaliação, o dentista pergunta sobre a saúde geral e os remédios em uso e, quando preciso, pede exames ou conversa com o médico que acompanha você antes de planejar a cirurgia.
A quantidade de osso é medida no exame de imagem, na avaliação. Em alguns casos, a falta de osso muda o planejamento (a posição, o tamanho ou o número de implantes); em outros, pede um procedimento de preparo antes. O dentista explica as alternativas que existem para o seu caso, inclusive quando a prótese convencional é o caminho indicado.
Não existe um prazo que valha para todo mundo. A durabilidade depende da saúde da gengiva em volta do implante, da higiene em casa, do cigarro, do hábito de apertar ou ranger os dentes e das revisões. Por isso a clínica faz revisões e acompanhamento depois do tratamento, com a frequência definida pelo dentista para cada caso.
Sim. A clínica recebe pacientes de Curitibanos e de cidades como São Cristóvão do Sul, Santa Cecília, Frei Rogério, Ponte Alta, Brunópolis, São José do Cerrito, Monte Carlo e Correia Pinto. Ao agendar, conte de onde você vem, para que as consultas sejam combinadas levando em conta o deslocamento. Quantas visitas o tratamento pede depende do plano definido na avaliação.
Para ler antes da consulta
O implante dentário é um pino, geralmente de titânio, instalado no osso da mandíbula ou da maxila no lugar da raiz de um dente perdido. Sobre ele é fixada a prótese: uma coroa, quando falta um dente só, uma ponte, quando faltam alguns, ou uma prótese que repõe a arcada inteira. O que permite ao implante suportar a força da mastigação é a osseointegração, a união direta entre o osso vivo e a superfície do implante, descrita a partir dos trabalhos do sueco Per-Ingvar Brånemark e base de toda a implantodontia atual. Essa união não é instantânea: o osso precisa de um período de cicatrização, que o dentista define para cada caso, considerando a qualidade do osso e a firmeza que o implante alcança na cirurgia.
A quantidade de etapas e o intervalo entre elas variam de caso para caso. Um implante em região com osso de boa qualidade tende a seguir um caminho mais simples, enquanto casos com perda de osso, vários implantes ou prótese de arcada inteira pedem mais etapas. Tudo isso é explicado no plano, antes da cirurgia, para você saber o que esperar em cada fase.
A radiografia panorâmica mostra a boca inteira em uma imagem plana, útil para a visão geral. Para planejar um implante, porém, o dentista precisa saber a altura e a espessura do osso no ponto exato e a distância até estruturas que não podem ser tocadas, como o nervo que passa dentro da mandíbula e o seio maxilar, acima dos dentes de cima. Por isso a tomografia computadorizada de feixe cônico é considerada pela literatura de implantodontia um exame central no planejamento: ela mostra o osso em três dimensões e permite escolher o tamanho e a posição do implante antes da cirurgia. Quando o osso é insuficiente, a tomografia também mostra isso, e o dentista explica quais caminhos existem para o seu caso.
A dose de radiação e a área examinada são definidas pelo dentista conforme a necessidade do planejamento, e o exame é pedido quando a informação que ele traz muda a decisão sobre o implante.
É uma preocupação frequente, principalmente quando o dente que falta é da frente. Na maioria dos casos, não. Durante o período de cicatrização e integração do implante ao osso, o espaço pode ser preenchido por uma prótese provisória, que pode ser removível ou, em alguns casos, fixa. Quando o implante alcança firmeza suficiente na cirurgia, o dentista pode avaliar a instalação de uma coroa ou prótese provisória logo depois, pela técnica de carga imediata, com cuidados específicos de mastigação nas primeiras semanas. Essa decisão só é tomada no momento da cirurgia, porque depende da qualidade do osso e da estabilidade alcançada. Para quem usa dentadura, muitas vezes ela é ajustada para continuar sendo usada durante a cicatrização, com orientação para não apertar a região operada. Em todos os casos, o plano explica qual solução provisória está prevista e por quanto tempo.
O valor de um implante não é um número único, e é por isso que ele não aparece em anúncio. Ele depende de quantos implantes o seu caso precisa, do tipo de prótese que vai sobre eles (uma coroa, uma ponte ou uma prótese de arcada inteira), do material dessa prótese, dos exames de imagem, do preparo que vier antes, como o tratamento da gengiva, e do número de etapas e consultas. Também pesa a necessidade de uma prótese provisória durante a cicatrização. Na Especialite, o orçamento é apresentado por escrito depois da avaliação, com cada item explicado. Para quem precisa repor só um dente, a página de implante dentário unitário detalha o caso mais simples.
Conteúdo informativo, que não substitui a avaliação clínica. A indicação de cada tratamento depende do exame de cada pessoa.
Uma das dúvidas mais comuns é se existe idade máxima para o implante. Não existe um limite fixo: o que decide é a saúde geral, a quantidade e a qualidade do osso e a capacidade de cuidar da higiene depois. Pessoas idosas com saúde controlada costumam ser candidatas, e muitas delas chegam justamente porque a dentadura deixou de parar no lugar. No outro extremo, em jovens o implante só é planejado depois que o crescimento dos ossos da face termina, porque o implante não acompanha o crescimento como um dente natural. O ponto de partida, em qualquer idade, é a avaliação completa, com histórico de saúde e exames de imagem.
Gestantes costumam ter cirurgias eletivas adiadas para depois da gestação, e o planejamento é retomado no momento indicado pelo dentista, em conversa com o médico que acompanha a gravidez.
Nenhuma dessas condições, sozinha, decide a resposta. O dentista olha o conjunto: uma pessoa com diabetes controlado, que não fuma e mantém boa higiene, pode ter indicação mais tranquila do que alguém sem doenças que fuma muito e tem a gengiva inflamada. Por isso a mesma pergunta, quem pode fazer implante, só tem resposta segura depois da avaliação individual.
O cigarro é um dos fatores mais estudados na implantodontia. Ele diminui a oxigenação e a circulação na gengiva e no osso, atrasa a cicatrização e está associado a maior taxa de falha dos implantes e a mais problemas na gengiva em volta deles ao longo dos anos. Mesmo assim, fumar não é uma proibição automática. Na avaliação, o dentista considera quanto a pessoa fuma, há quanto tempo, a saúde da gengiva e do osso e as outras condições de saúde, e explica os cuidados com o procedimento e com a cicatrização. Reduzir ou parar de fumar no período da cirurgia é uma orientação frequente, e quem quer parar pode buscar apoio na unidade de saúde do seu bairro.
Depois que um dente é perdido, o osso que o sustentava tende a diminuir com o tempo, porque deixa de receber o estímulo da mastigação. Quanto mais antiga a perda, maior a chance de o osso estar mais fino ou mais baixo. Isso não encerra a conversa, mas muda o planejamento: a tomografia mostra quanto osso existe, e o dentista avalia se é possível usar implantes de outro tamanho, mudar a posição deles, planejar uma prótese apoiada em menos implantes ou se é preciso algum procedimento antes para reconstruir o osso. A indicação é sempre individual, e a avaliação explica o que se aplica ao seu caso e o que cada caminho exige.
Para quem perdeu todos os dentes de uma arcada, a prótese protocolo sobre implantes costuma ser planejada justamente para aproveitar as regiões em que há mais osso.
Além dos exames de imagem da boca, o dentista pode pedir exames de sangue antes da cirurgia de implante, principalmente para quem tem diabetes, problemas de coagulação ou outras condições em acompanhamento. Os mais comuns avaliam a glicemia e o controle do diabetes ao longo dos meses, a coagulação e o hemograma. O objetivo é que a cirurgia aconteça no momento em que o organismo está preparado para cicatrizar. Quem toma remédios que afinam o sangue não deve suspendê-los por conta própria: a decisão sobre manter, ajustar ou pausar é tomada em conjunto com o médico que prescreveu. Pressão alta controlada também costuma ser compatível com o implante, e a medida da pressão faz parte da rotina antes do procedimento. Levar os exames recentes que você já tem na primeira consulta evita repetir o que não é necessário.
Conteúdo informativo, que não substitui a avaliação clínica. A indicação de cada tratamento depende do exame de cada pessoa.
O implante não tem cárie, mas a gengiva e o osso em volta dele podem inflamar. A literatura descreve duas situações: a mucosite peri-implantar, uma inflamação só da gengiva ao redor do implante, que pode regredir com tratamento e higiene, e a peri-implantite, quando a inflamação atinge também o osso que sustenta o implante. O principal fator é o acúmulo de placa bacteriana, e estudos de acompanhamento mostram menos peri-implantite em quem mantém consultas de manutenção do que em quem deixa de voltar. Por isso as revisões fazem parte do tratamento, e não são um extra.
A mucosite costuma ser silenciosa: sangramento ao escovar e gengiva avermelhada em volta do implante são os sinais mais comuns, e muitas vezes não há dor. Por isso a revisão encontra o que a pessoa não percebe.
Na avaliação, o dentista também explica quem participa de cada fase do seu tratamento, porque implante e prótese envolvem etapas cirúrgicas e protéticas que podem ser conduzidas por profissionais diferentes da mesma equipe. Todos os registros ficam no mesmo prontuário, o que facilita a continuidade do cuidado nas revisões dos anos seguintes.
O implante tem etapas separadas por um período de cicatrização, e por isso não cabe em uma visita só. Para quem mora fora, a conversa sobre o calendário acontece já na avaliação: o dentista explica quantas consultas o plano prevê, quais podem ser emendadas e quais precisam esperar a cicatrização. Marcar a cirurgia em um dia em que você possa descansar depois, combinar o retorno de controle com antecedência e reservar o horário do fim da tarde ou do sábado de manhã para as consultas mais curtas são medidas que costumam ajudar. Na semana da cirurgia, as orientações de alimentação, higiene e remédios são passadas por escrito, para você seguir em casa.
O implante pede a mesma disciplina de limpeza que os dentes naturais, com alguns instrumentos a mais. A escova macia limpa a coroa e o contorno da gengiva, e as escovas interdentais, do tamanho indicado pelo dentista, chegam aos espaços entre o implante e os dentes vizinhos. Em próteses maiores, o fio com ponta rígida passa por baixo da peça. O irrigador oral pode ser usado como complemento, nunca no lugar da escova. Na consulta de entrega da prótese, a técnica é demonstrada e revista até ficar fácil para você, e nas revisões o dentista mostra os pontos em que a placa está ficando. Quem tem limitação nas mãos, como acontece em algumas pessoas mais velhas, pode receber adaptações nos instrumentos ou orientação para um familiar ajudar. Fumar e não controlar o diabetes também aumentam o risco de inflamação em volta dos implantes, e entram na conversa das revisões.
Na consulta de revisão, o dentista examina a gengiva em volta do implante, procura sinais de sangramento ou inflamação, confere o encaixe da mordida e o aperto dos componentes da prótese e, quando indicado, pede radiografia para acompanhar o nível do osso. Também é o momento de revisar a sua técnica de limpeza, porque as áreas em volta do implante pedem escovas e fios próprios. A frequência das revisões é definida para cada caso, considerando o tipo de prótese, a sua higiene, a saúde da gengiva e fatores como diabetes e cigarro. Para quem vem da região, as datas podem ser combinadas com antecedência, junto com outras consultas da família.
Conteúdo informativo, que não substitui a avaliação clínica. A indicação de cada tratamento depende do exame de cada pessoa.
Os tratamentos da clínica, agrupados por área. Se o seu caso for outro, conte a situação pelo WhatsApp: a avaliação começa por entender o que está acontecendo.

Para quem perdeu um ou vários dentes, ou tem uma prótese que ficou frouxa. O implante dentário começa pela avaliação com exames, que define o plano antes de qualquer procedimento.

Para adultos e adolescentes que querem corrigir a posição dos dentes e a mordida. A ortodontia, com aparelho fixo autoligado ou alinhador invisível, tem a indicação definida na avaliação, a partir do exame clínico e da documentação.
Ver ortodontia
Para quem sente dor, sensibilidade ou tem um dente com cárie, fratura ou desgaste. Tratamento de canal, restauração com resina da cor do dente e tratamento da sensibilidade a partir da causa.
Ver tratamento de canal
Para quem quer mudar a cor ou o formato dos dentes da frente, ou fechar pequenos espaços entre eles. As lentes são lâminas finas de cerâmica coladas sobre o esmalte, e a avaliação mostra se o seu caso permite e o que pesa na indicação.
Ver lentes de contato dental
Para dentes da frente com manchas, desgaste, pequenas fraturas ou um formato que incomoda. A faceta pode ser de resina, feita no consultório, ou de porcelana, feita em laboratório, e a escolha do material sai da avaliação.
Ver facetas
Para extração de dente do siso e outras cirurgias da boca, como a retirada de um dente que não tem como ser mantido. A equipe conta com a área de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, e o exame de imagem orienta o planejamento.
Ver cirurgias